Luísa Gouvêa – Você e eu

Luísa Gouvêa – Você e eu

Que orgulho da minha prima Luísa. Ouçam que linda essa canção! Um sonho!

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Ministra Marta Suplicy diz que GAMES não são cultura.

Ministra Marta Suplicy diz que GAMES não são cultura.

Estou muito revoltado com a ministra brasileira da cultura, Marta Suplicy que disse durante discurso em São Paulo que não considera “games como cultura” e incluí-los no novo vale-cultura seria “forçar demais”. Eu aprendi conceitos muito importantes em jogos de videogame e computador, como amizade, honestidade, lutar pelo que é certo, sem dizer os aprendizados em diversas áreas como astronomia, geografia e também em idiomas. Senhora ministra, sua declaração é infeliz e preconceituosa. Realmente revoltante.

Livro: Os Caçadores e a Ameaça do Oculto

Livro: Os Caçadores e a Ameaça do Oculto

Olá amigos! Lancei ontem o site do livro que escrevo “Os Caçadores e a Ameaça do Oculto”. Comecei a produzir o texto com dezesseis anos e hoje, com trinta e um, me aproximo do de realizar um sonho que é publicá-lo. Espero que todos visitem e curtam a página no Facebook, sempre que houver novidades sobre ele, vou comentar aqui no Loucura Singular também. Grande abraço a todos!

Hi everyone! Yesterday I launched the website for my book “The Hunters – Menace of the Hidden. I started writting it at age sixteen and today with 31, I’m close to making my dream come true, publish it. I hope all of you can visit and LIKE its Facebook Page. Everytime there are news about it I’m going to mention it here on Loucura Singular. A big hug to you all. 

Hola amigos! Ayer publiqué el sitio de mi libro ‘Los cazadores y la amenaza oculta “. Empecé a escribir con dieciséis años y hoy con treinta y uno, estoy cerca de hacer realidad el sueño de su publicación. Deseo que visiten el sitio y hagan clic en CURTIR en la página de Facebook. Las novedads del sítio también se publicarán aquí en el Loucura Singular. Un fuerte abrazo.

Dia Internacional das Mulheres (International Women’s Day)

Dia Internacional das Mulheres (International Women's Day)

Um dia feliz para todas as mulheres! E para comemorar, uma foto da minha avó querida, que Deus a tenha, segurando minha prima.

Un día feliz para todas las mujeres! Y para celebrarlo, una foto de mi querida abuela, que en paz descanse, con mi prima hermana.

A happy day for all women. To celebrate, a picture of my grams, may she rest in peace, holding my cousin.

Lugar do Outro

Que linda essa apresentação com minha prima Clara. Assisti e pensei muito sobre as várias faces dos relacionamentos entre as pessoas. Isto está em minha mente hoje, porque estou triste com algumas amizades que tenho e também com as que não tenho mais. Pode parecer clichê, mas a vida é uma escola.  Bom resultado ou não, sempre aprendemos. São movimentos que acontecem em nossas vidas. A gente pensa em como é estar no lugar do outro, estar na pele de outra pessoa e tentamos entender, as vezes dá certo, as vezes não. Anexei um texto com o release sobre o espetáculo que entendi ser sobre isso, mas a grande magia é que cada pessoa sente de uma forma diferente.

Sinopse do espetáculo Lugar do Outro

Presenças existindo isoladamente, revelando lugares e vazios. Intimidades que mergulham em si mesmas até alcançar outras planícies, mundos diversos e distantes. Os vazios das distâncias entre estas presenças expressam as potencialidades de relações entre elas. Os modos-de-ser se provocam, se contaminam, vivem experiências de alteridade, crescem. E tudo isto é o espaço; ele é a própria expressão dessas relações, dessa coexistência de diferentes modos-de-ser.

“O espaço aparece então como sujeito do verbo desenvolver-se, do verbo crescer. Desde que um espaço seja um valor – e haverá valor maior que a intimidade – ele crescerá.” (Gaston Bachelard, “A poética do espaço”).

Em Lugar do Outro, a Cia. Damas em Trânsito e os Bucaneiros reflete sobre a vida coletiva e a vida individual, a independência do sujeito e a sociabilidade do grupo, como as relações entre coletivos e indivíduos se dão e como elas constituem e são constituídas pelos espaços.

A que distância dos outros deve um indivíduo manter-se para construir com eles uma sociabilidade sem alienação, uma solidão sem exílio? A separação entre o eu e o outro é realmente clara? É possível viver isoladamente? O coletivo pode anular as diferenças individuais? Qual a importância de compartilhar uma experiência?

A companhia iniciou a pesquisa olhando com atenção para si própria, para seu modo de viver-junto como coletivo de artistas, investigando mais profundamente como se dão as experiências de individualidade e coletividade na sua organização e método de trabalho, nas técnicas corporais e de construção dramatúrgica que utiliza para a criação.

Para expandir seus questionamentos para além de sua realidade imediata, o grupo procurou pesquisar também as relações cotidianas em contextos mais amplos, e buscou também diálogos e referências teóricas com outros profissionais das artes cênicas e especialistas de outras de áreas do conhecimento como a física, a antropologia, a fenomenologia e a arquitetura.

Ao longo da criação, o grupo percebeu o quanto o social está presente em todos os instantes da existência humana, uma vez que existe o outro (o diferente) e a realidade dos encontros com o outro.

Esta inquietação a respeito dos espaços e das relações interpessoais surgiu da experiência vivida nos trabalhos anteriores do grupo: Puntear (2008 e 2009) e Duas Memórias (2010). Nestes trabalhos, a rua e espaços públicos urbanos de grande circulação de pessoas eram, além de cenário para a dança, elementos fundamentais para a criação cênica.

Em Duas Memórias, a companhia percebeu que a arquitetura, a forma de organização e a funcionalidade do lugar, sua dinâmica cotidiana, sua memória e história, sugeriam sensações e imagens que eram captadas e vivenciadas por aqueles que o habitavam, potencializando a criação de diferentes formas de relação entre esses indivíduos. Da mesma forma, a qualidade das relações entre as pessoas também construíam e transformavam os espaços.

Nos espetáculos de rua, o espectador podia fruir a peça ora só espiando por entre frestas e pessoas, ora sentindo-se muito próximo e íntimo da cena; podia também colocar-se distante dela ou apenas observar um instante da cena sem interromper sua caminhada.

Instigada por estas experiências, em Lugar do Outro a companhia propõe a construção de qualidades diversas de relação entre os intérpretes, a cena e o público. Acomodado numa platéia móvel, o público participa, junto com os intérpretes, da composição dos espaços que delimitam de forma peculiar os locais para cada cena, e pode assistí-las de diferentes pontos de vista, experimentando estar mais ativo e integrado à peça.